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“A tecnologia deve estar a serviço da melhoria da qualidade de vida”

Nesta entrevista exclusiva, conversamos com Claudio Prado, o recém-nomeado Group Head do Brasil na Sinqia, que compartilha suas expectativas e planos para liderar a empresa em um momento crucial de seu crescimento e expansão na América Latina.  Prado também fala sobre a integração da Sinqia com a Evertec, as perspectivas para o mercado de pagamentos […]

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Nesta entrevista exclusiva, conversamos com Claudio Prado, o recém-nomeado Group Head do Brasil na Sinqia, que compartilha suas expectativas e planos para liderar a empresa em um momento crucial de seu crescimento e expansão na América Latina. 

Prado também fala sobre a integração da Sinqia com a Evertec, as perspectivas para o mercado de pagamentos e a importância da inovação responsável no setor financeiro brasileiro. Confira:

Como você avalia o momento atual do setor financeiro no Brasil? Quais são as principais necessidades em termos de tecnologia e inovação?

Acredito que o setor está passando por um processo de digitalização há algum tempo.

A pressão da competição e a necessidade de reduzir custos operacionais para atender às demandas do mercado de forma sustentável têm levado a um aumento na digitalização e automação, aproximando os serviços financeiros das demandas dos clientes. 

Vejo uma necessidade de escalabilidade nas transações. Na Sinqia, temos exemplos claros dessa tendência: sistema de controladoria de fundos, FIDCs e PIX, entre outros. Para isso, a aplicação de novas tecnologias é essencial. 

Aqui na Sinqia, temos uma abordagem pragmática para identificar onde podemos aplicar essas tecnologias. Na área de atendimento, por exemplo, estamos utilizando IA para fornecer respostas mais objetivas e rápidas, na Previdência, IA nos ajuda na migração, e assim por diante. 

Temos parcerias sólidas com provedores de tecnologia e estamos buscando oportunidades reais de negócios que agreguem valor aos nossos clientes. Sempre com uma abordagem pragmática e realista.

Atualmente, um dos tópicos mais discutidos no setor é a adoção de IA, mas com uma preocupação crescente em relação à segurança nesse processo. Como a Sinqia define o “uso responsável” quando se trata de inteligência artificial e quais são os princípios que orientam suas práticas nesse sentido?

Esse é um dos assuntos mais relevantes e polêmicos atualmente. O debate sobre o uso da IA abrange a humanidade como um todo, desde deep fakes até questões mais sutis de propriedade intelectual e controle de conteúdo. 

Nesse contexto, é essencial privilegiar o ser humano; a tecnologia deve estar a serviço da melhoria da qualidade de vida de todos, proporcionando melhores serviços. O uso responsável da IA visa gerar valor para a sociedade como um todo. 

Nas instituições financeiras, isso se traduz em prevenção de fraudes, políticas de crédito mais eficientes e um atendimento mais rápido e assertivo aos clientes. No entanto, é crucial que esse uso esteja dentro dos limites e responsabilidades estabelecidos, sempre tendo em mente o bem-estar dos indivíduos e a ética no uso da IA.

Recentemente, você foi nomeado como Group Head do Brasil na Sinqia. Quais são as suas expectativas neste novo desafio? O que os nossos clientes, parceiros e até o mercado podem esperar dessa mudança?

É importante destacar que a Sinqia, a Evertec e a Paysmart têm trajetórias extremamente bem-sucedidas. Por isso, encaro o novo desafio como uma grande responsabilidade; estou assumindo uma empresa já bem-sucedida e pretendo contribuir para o seu crescimento e evolução. É quase como sentir um frio na barriga. 

Vejo que temos muitas oportunidades para aprimorar nossos serviços, expandir nossa oferta e agora, com mais capacidade de investimento, modernizar nossos produtos.

Percebo que temos muito talento dentro da empresa, e meu papel principal é organizar e direcionar esses esforços para alcançar nossos objetivos e manter nossa trajetória de sucesso diante do crescimento que estamos experimentando. 

Acredito que perdemos um contato mais próximo com os clientes devido à pandemia. Com a nova estrutura, tenho a responsabilidade de estar mais próximo deles.

A Sinqia tem falado muito sobre como a Evertec deve contribuir para a diversificação de suas ofertas. Um dos primeiros exemplos dessa contribuição foi a criação da nova unidade de pagamentos. Qual a relevância dessa nova unidade? Qual o momento atual desse mercado de pagamentos e como a Sinqia e a Evertec devem contribuir?

A integração com a Evertec tem sido extremamente positiva. Somos complementares, e tudo o que temos no portfólio da Sinqia será mantido e expandido. 

O mercado de pagamentos está muito dinâmico, com todo um processo de bancarização e inclusão, o que demanda cada vez mais soluções robustas para atender a grandes volumes. 

A complementaridade com a Evertec, portanto, amplia nosso escopo. Temos agora uma base de mil clientes no setor financeiro para os quais ofereceremos soluções da Evertec e da Paysmart. 

É importante mencionar também que a rede da Evertec na América Latina nos permitirá exportar nossas soluções para outros países.

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